O presidente paraguaio Santiago Peña teria renunciado na quinta-feira devido à crise do Banco Ueno, que supostamente impediu aproximadamente três milhões de clientes de acessar seus recursos, provocando protestos e pressão parlamentar.
Segundo os relatos, o Banco Central colocou a instituição sob intervenção e iniciou sua liquidação após identificar problemas de solvência e insuficiência de capital.
O banco administraria cerca de 850 milhões de dólares em recursos públicos, incluindo fundos previdenciários e de saúde.
Peña enfrentou acusações de má gestão e conflito de interesses por sua antiga participação acionária num grupo controlador da instituição.
Oito dirigentes do banco teriam sido detidos, enquanto o vice-presidente Pedro Alliana teria assumido a presidência.







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